domingo, 30 de dezembro de 2012

ENCONTROS, FESTAS E CARNAVAIS NA CASA DA NININHA

Como eu não poderia deixar de citar os nossos encontros, que na casa da Nininha, assim chamam até hoje a Dona Hermínia, mãe da Iarinha, do Renato e do Ronaldo, que fazia questão de deixar sua porta da casa sempre aberta, recebendo de braços abertos todos aqueles amigos que ali faziam o seu canto de conversas, risadas.

Aquele quarto dos fundos que de pequeno não tinha nada, era o cantinho onde a gente se reunia naquela cama, no chão e dali surgiam conversas bem agradáveis, até fofoca tinha, "e dizem que homem não faz fofoca", rindo aqui.

Dona Hermínia sempre bem educada e risonha, trazia sempre um quitute, um suquinho, água, refrigerante. Ela nunca mediu esforços pra agradar a garotada que fazia daquela casa seu acampamento de fim de semana.

Seu Archimedes, sempre de bem com a vida, que fazia questão de ajudar em qualquer coisa que fosse, ele sempre tinha uma comidinha, um sanduba, um suco pra oferecer a garotada, sempre com aquele olhar meio desconfiado, mais que na verdade ele gostava mesmo era de ver todos bem alegres naquela casa.

Vó Celia, que sentada ao piano tocava algumas notas para que a gente ouvisse as musiquinhas que faziam a gente relembrar de coisas bem legais de quando éramos bem crianças.

O Ronaldo com seus lampejos de belas saídas com suas tiradas com piadas que a gente nem esperava e nós ríamos muito com suas brincadeiras, que ele cultiva até hoje essa percepção cômica que leva a alegrar a gente nas horas que a gente menos percebe.

Os aniversários que eram realizados naquela casa era coisa que ninguém esquecia, além de muita gente, muita criançada, tinha uma mesa farta de bolo, doces, de tudo que todo mundo gosta numa festa bem organizada.

E como não poderia deixar de citar aqui nesse espaço de lembranças, as festas carnavalescas que se fazia naquela época onde muitos saíam pra os bailes, para os desfiles das escolas de samba, mais que na casa da Nininha também tinha muito carnaval, onde não sei como aquela casa suportava tanta gente que ouvia o som dos tamborins, agogôs, os bumbos e surdos que faziam daquele apartamento um verdadeiro salão de festas carnavalescas.

Todos se esbaldavam de alegria, cantávamos e dançávamos até o raiar do dia, onde no dia seguinte não se ouvia outra coisa a não ser " Que festa foi aquela... Po! eu não sabia, perdia essa " e por aí os papos iam mostrando naquele I.A.P.C. que festa tinha sempre, e que a alegria de saber que a dona Hermínia, a nossa querida NININHA, sempre nos deixou a vontade pra fazer da sua casa a nossa casa.


Valeu! Nininha querida, e obrigado por nos dar tanta alegria naqueles 
tempos que nem sei se voltam mais.



domingo, 16 de dezembro de 2012

CARNAVAL EM CABO FRIO " EU FUI "


Num carnaval de um ano qualquer, eu me lembro muito bem de Cabo Frio, onde uma turma enorme que misturava quase todas as ruas do meu bairro, e moradores que de perto também toparam essa festa da galera que foi passar o carnaval nessa praia que nos trouxe muitas lembranças.

Foram quase 12 horas de paradas, nos engarrafamentos monstros que pegávamos naquele caminho, onde com bastante bagunça e alegria nem ligávamos pra o cansaço que aos poucos iam tomando conta da gente.

Era uma kombi, e muitos carros na nossa comitiva de amigos que só queriam aproveitar aquele mês de fevereiro pra aproveitar bastante aquela praia maravilhosa.

Ao chegarmos no ponto definido que seria o nosso acampamento praiano, nos deparamos que depois daquela viagem intensa a gente tinha que "armar as barracas" no sentido claro da palavra. Fomos tirando tudo dos carros e já montando nossas moradias daqueles cinco dias de muita alegria e bagunça. Muitos já pegavam os instrumentos que carregamos e caíamos no samba que nunca parava.

A tarde noite a gente já devidamente arrumadinho em cada lugar que deveríamos ficar e dormir...se é que dormimos algum dia, porque não existia canseira de sono pra quem queria aproveitar tudo que nos chamados dias de folia.


Algumas barracas armadas foram feitas de clube do Bolinha, onde só se via as meninas cantando, fofocando, brincando. Foi um carnaval que eu pelo menos nunca esqueci. 

Tivemos de tudo naqueles dias, roubo de panelas, a pelada da tarde que não poderia faltar na turma, o banho coletivo naquele banheiro que só existia um cano e mais nada, saindo aquela água que nem sabíamos de onde vinha...mais graças a Deus ninguém trouxe micose pra casa.

Não posso esquecer da comida que o Archimedes fazia pra galera, uma pessoa inesquecível que com muito carinho deixava a gente pensando que estávamos em nossa casa, porque não faltou rango pra ninguém naqueles dias... ele sempre guardava algo pra quem não teria se alimentado. Saudades do velho Archimedes.

A volta pra casa ficou ao encargo dos motoristas, porque realmente era muita canseira pra que eu me lembrasse daquela volta... Só me lembro que meu carro chegou no gargalo da reserva, porque achei que o tanque tava cheio e pelo contrário, foi a medida certa pra chegar no larguinho da Rua A, e o carro morrer sem gasosa.

Momentos marcantes dessa galera que sempre topou tudo com muita garra, sem pensar em nada que nos fosse atrapalhar em mais alguns desses passeios que fazíamos num dia de festa qualquer de nossas vidas de adolescência.



quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

O DIA DO BALÃO - O DIA DO BOSA

Quem lembra daquela famosa e unida " Turma do Dragão ", onde no meio do ano a gente se juntava com a galera do Bosa, e todas as ruas ali do bairro se uniam pra colar copinhos, varetas, velas, corte de folhas, e no final disso tudo acabava saindo um balão que chamava a atenção de todo o I.A.P.C.

Na foto da pra ver no meio da madrugada o Fernando (Fonga), meu mano Paulinho (Falecido), atrás o Dilson (Maluco), o Luiz, o mano do Zá e por aí a gente ia juntando gente que não dormia pra deixar tudo prontinho pra o nosso balão subir.

O Bosa que era muito perfecionista e exigente, a toda hora vinha até ao grupo pra ver se tava tudo certinho pra que não desse erro na hora daquele balão subir, ele era extremamente sério.


Pela manhã, naquele domingo ensolarado, depois de uma madrugada cansativa, quase tudo pronto a gente subia até o ponto mais alto do morrinho e já preparava pra soltar aquele que seria o primeiro do dia.




Segurando o balão aqui na foto, em pé o Marcos ( Rua C ), o Cesar mano do Marcos, no canto direito o Bosa em pé e a preparação de encher o balão de gás pra deixar aquele momento muito mágico pra gente. 
Geralmente esse balão subia bem cedinho, lá pelas 5:30 da manhã, onde o céu sem vento e limpinho era o melhor momento pra deixar ele muito mais tempo no ar.


Depois de verificar se havia algum rasgo, qualquer problema que pudesse ocorrer na extrutura daquele balão, ele era esvaziado e levado ao larguinho da Rua B e da Rua A, onde aí sim juntava bastante gente pra ajudar a segurar os gomos daquele que seria o nosso melhor balão daquele dia de domingo.
Eu, e muitos que ali desciam de suas casas ficávamos bem eufóricos com aquele momento que na verdade parecia bobo, mais que pra todos nós que passávamos a noite colando e fazendo os adereços daquele balão, era simplesmente um dia a ser lembrado para sempre, pois aquele balão não seria o primeiro de nossa turma.

Vários eram os amigos de todas as ruas que vinham ajudar a gente naquele momento. As janelas mesmo cedinho começavam a ficar apinhadas de gente, parecendo um puleiro de pássaros, porque todos sabiam que a Turma do Dragão todos os domingos estariam naquele larguinho soltando aquele balão do dia. Nosso bairro sempre se comprometeu a fazer no mês de cada festa uma coisa bem legal pra que se ficasse lembrado aos nosso filhos e netos que um dia nem saberiam o que era aquilo.




E assim durante todos os anos, aquela turma unida e muito feliz, se fazia presente naquele dia, no meio do ano, nas madrugadas da vida, pra montar uma parte de nossas vidas, num pequeno ou grande balão que subindo ao céu, deixavam lembranças pra que num futuro próximo a gente pudesse estar observando num blog da vida essa maravilha que foi ter feito parte desse grupo tão unido e querido que foi a nossa sempre lembrada     TURMA DO DRAGÃO.


domingo, 9 de dezembro de 2012

PAULINHO ORELHA - LENDA VIVA DO NOSSO I.A.P.C.


Quem na sua infância não teve a oportunidade de conhecer o amigo Paulinho Orelha, que com sua diferença, nos fazia quando criança sentir medo e mesmo assim mexer com ele até que ele corresse atrás da gente e quando alcançava, "sai de baixo", ou vinha cascudos fortes ou era umidecido com sua baba molhada que descia de sua boca... Não quero aqui deixar uma má impressão dessa pessoa que até quieto que era e nos fazia aquilo, porque nós é que curtíamos com a cara dele.

Quem nunca viu o  Paulinho pedindo R$1 cruzeiro, pra comprar seu cigarro.

Hoje ainda vivo, graças a Deus, ainda temos a oportunidade de revê-lo mo mesmo bairro onde fomos nascidos e criados e ter a chance de contar algumas histórias desse homem que fez um pouco da nossa história no bairro onde nascemos. 

sábado, 8 de dezembro de 2012

UM POUQUINHO DA MINHA INFÂNCIA

Quando fiz meus 7 anos de idade, chegou a hora de começar a estudar, pois naquele tempo que eu me lembre as mães não deixavam os filhos em creches... minha mãe trabalhava o dia inteiro e geralmente quem tomava conta da gente era nossas avós. E como não lembrar da minha vó Antonieta, que como minha madrinha querida e se assim posso chamar de minha mãe de criação, tomava conta da gente o dia todo.

Eu e meu mano Paulinho infernizavam a cabecinha dessa vovó, mais ela era geniosa e não ficava por pouco mostrar o cinto pra que a gente ficasse quieto dentro da nossa bagunça.

E aí vem a primeira lembrança da minha escola, la na Rua Vital, onde da esquina eu via a bandeira do Brasil, tremulando, e eu já naquela idade já pensava em um dia poder levantar aquela bandeira e cantar o hino nacional, que meu pai já havia ensinado desde cedinho... e lembro bem quando entrei e fui a secretaria e a diretora depois de ter conversado com minha mãe, me levou pra conhecer a minha turma, que teria alguns ou até bastante amigos que moravam lá no I.A.P.C. e a minha alegria foi maior ainda em saber disso.

A dona Custódia, professora de matemática que olhava a gente já de bico e eu pensava dentro da minha cachola, essa velha parece ser muito malvada. E num é que num dia dentro de sala onde eu conversava muito e ela pedindo para que eu parasse, eu continuei falando e ela veio a meu encontro e encostou forte aquela régua comprida de madeira da época na minha cabeça e eu instantaneamente peguei a régua da mão dela e sentei no cocuruco dela de volta, e pelos braços fui levado a secretaria logo naquela semana de estréia, onde a diretora me colocou numa sala meio que escura que havia ao lado, e eu percebendo que naquela sala haviam caixas de papelão e mais um menino bagunceiro dentro dela, descobrimos que dentro daquilo haviam doces e mais doces pra cantina do colégio.

Foi uma festa só de línguas de sogra, bananadas, pirulitos e muitos doces que nos lambuzamos, e que depois de descoberta aquela traquinagem, a dona Ieda minha mãe, foi chamada para que ela soubesse do ocorrido.
Lembranças boas daquela época de uma escola que me ensinou a ser o homem que sou hoje, graças a boa educação que tive e as minhas queridas professoras daquela época.

Depois de bem crescido e estudando no Salesianos do Riachuelo, meus pais me colocaram no antigo Colégio Alvorada, hoje Albor, que nem sei o fim que levou... foram poucos anos lá, mais que aproveitei bastante pra dar em cima das menininhas lindas e vestidinhas com aquele uniforme azul, com suas saias preguiadas, e eu sempre meio tímido olhava suas pernas na hora do recreio onde elas subiam aquelas escadas para suas salas de aula e eu aproveitava pra dar aquela olhadinha por baixo...
Aproveitei também para fazer parte da Banda do colégio onde eu comecei aprendendo a tocar aquela cornetinha chata, depois corneta e cornetão, fui aprendendo aos poucos de um tudo naquela banda, até chegar ao Bumbo e talabarte, onde nós vestidos com toda pompa nos orgulhávamos de fazer parte daquela história que passei um dia.














Eu como mostra bem a foto, detestava sair nessas fotografias do colégio e com a minha cara emburrada eu me mostrava chateado quando tínhamos que estar agrupados para tirar aquela foto.

Não posso deixar de citar que a nossa amiga Malu Baião, a moreninha acima do diretor da escola (como na foto mostra) hoje faz parte do nosso grupo de amigos de infância no Facebook.
E aqui eu resumo um tiquinho do que passou esse cara que vos escreve durante esse tempo todo, e que hoje me faz reencontrar tantos amigos da época da minha infância feliz que tive um dia.


ÁLBUM COM TODAS AS FOTOS DOS 
ENCONTROS DO AMIGOS DO BAIRRO

https://picasaweb.google.com/107039908552909550331/AMIGOSDOIAPCDEQUINTINO



quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

TRIO OLIVA


Hoje quero falar desses manos, que muito queridos, desde criança eu os via, ou no campinho, ou na esquina com os amigos batendo aquele papo, e me lembro bem do Bebeto que parece estar beirando a minha idade e que com um belo sorriso nunca o vi triste.

Sempre achei esse trio muito unido e alegre, claro que tem a mana deles, que na época eu achava muito tímida só a via pela janela... 

O Ângelo eu o via sempre conversando com os amigos as vezes em frente aos seu bloco e na famosa esquina da Rua C.

E o Chico Oliva esse eu nunca vou esquecer, ele como tantos daquela rua, se fazia presente em tantos momentos de alegria, se dedicando a promover as festas que tínhamos, sempre com muita alegria nesse coração que ele tem desde que o conheço.

E pra mim hoje com grande surpresa eu os vejo num dia em que encontramos grandes personalidades daquele Conjunto Habitacional, que foi o nosso I.A.P.C. de Quintino e vejo esse trio maravilhoso junto, alegrando a nossa festa com majestade. E ao receber um abraço e um beijo desse cara, que sempre muito articulado tive o prazer de receber a sua dedicatória nesse livro que ele escreveu contando a história do bairro, me deixou muito emocionado...

A nossa festa, o nosso Encontrão, não seria tão grande e maravilhoso se esse Trio Oliva não estivesse lá incrementando a nossa festa com muita dedicação, claro que eu agradeço ao Crunner que muito bem desenhava as músicas que eram levadas por ele, cantando muito bem pra gente, ao amigo do teclado, e claro o da bateria.

Quero aqui deixar em meu nome o meu agradecimento ao Chico, Ângelo e o Bebeto pela grande acolhida a nós que com muita alegria participamos daquela festa inesquecível...

Obrigado Trio Oliva.






quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

ENCONTRÃO


Num dia muito chuvoso, eu fiz um pedido a ti                      
pra que me trouxesse o sol, e não chovesse alí,
eram mais de cem, pra alegrar a nossa festa
e chegando no larguinho, que conversa é essa?

Muitos já chegados, se falavam, e sorriam
era o trio Oliva tocando e chiquinho lá dançando,
a alegria contagiava e muita gente alí chegava...
e a bendita da chuva se fazia de rogada.
O tempo era o nosso tempo,
lembranças enchiam as nossas mentes
e tudo que se queria era mais gente presente.

A coisa foi aumentando, felicidade enfim,
o trio iluminava, e a gente só cantava...
e contava nossa história que um dia a gente passou,
o tanto de papo rolava e a coisa não passava
um forró que deslizava ao som daquele momento,
flash back seduzia naquelas lembranças de um dia
naquela alegria que a gente se fez passar.

Resumindo esses versos, eu me vi num arraial,                        
onde o trio comandava aquela roda fuleira com músicas caipiras, onde todos se vestiam e rodavam como criança, refazendo a minha lembrança eu vivi a minha criança que um dia alí brincou...                                              
Ao som daquela quadrilha, eu deslizava emoções 
na minha mente passava, um filme da minha vida
onde todos que alí um dia, na minha tenra idade
me pegaram na saudade de uma criança feliz.

EDUARDO BARROS

UM LIVRO QUE MARCA A HISTÓRIA DE UM TIME DE PELADA NO BAIRRO ONDE MOREI ...

Num encontro onde o grupo de amigos do bairro no Facebook, resolveu se juntar numa confraternização com os amigos do Onze Rubros (ORAC), eu pude notar que ao levar o meu livro escrito pelo amigo Chico Oliva e pela amiga Dilza Da Silva Mello, alguns que chegavam e até pediam ao Chico pra levar o livro até a nossa festa, se transforma-se numa tarde de autógrafos onde com muita alegria e emoção, o Oliva emocionado, escrevia em cada livro comprado alí mesmo naquele encontro a sua dedicatória.
Que com muito carinho foi flagrado nas fotografias que eram tiradas naquele momento. 


Um livro que conta a história vivida pelos integrantes do time de futebol Onze Rubros Atlético Clube, que através de uma pelada no campo chamado morrinho, acabou abrindo campo pra grandes partidas e momentos de grande beleza.





A LEMBRANÇA DE UMA TORCIDA ORGANIZADA

Muitos devem lembrar desse logotipo onde a Torcida FlaQuintino, torcida esta, animada e bem barulhenta se fazia presente nos dias de futebol, quase sempre a caminho do Estádio Mario Filho - Maracanã, e naquela esquina da Rua da Bica, hoje Rua Palatinado as bandeiras tremulavam e os carros que o fundador Anibal Salim buscava pra levar tanta gente que animadamente se fazia presente naquela hora ...

Lembro bem do meu irmão Paulo Thadeu, assim chamado de Paulinho, que pegava o bandeirão da torcida e ficava gritando naquela esquina da Rua C, com a Rua da Bica, o nome do seu time de coração.

" Mengoooo! Mengoooo! "

Eu mesmo sendo Botafoguense adorava chegar na janela e até mesmo junto a torcida ver aquela carriata generosamente perfeita saindo pro estádio onde na Rua Goiás, nenhum carro que ficaria atrás passaria jamais até chegar ao Estádio.

Boas lembranças que eu tenho daquele momento de tanta animação...

Quem sabe um dia essa torcida não venha ser refeita novamente e tremular as suas novas bandeiras num Maracanã mais novo, lindo, e imponente ...
Anibal Salim, Moura, Fernando, Renato e Souza Jr. 

Dalvinha, Mario (Birrinha), Fernando (Bizú), Marcos (Valcur), Edinho,
Anibal Salim, Barral e Antonio (Baiano)

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

QUADRILHA DO ENCONTRÃO (Clique no link)
http://www.youtube.com/watch?v=yylHZapQV9g&feature=g-upl

TRIO OLIVA E SEU CONJUNTO (Clique no link)

3o. ENCONTRO

Enfim chegou o grande dia, onde com muito tempo pra se pensar num belo encontro, tivemos a oportunidade de rever os amigos do ORAC (Onze Rubros Atlético Clube), e fizemos um Encontrão, onde reunimos mais de 200 amigos de infância, o trio Oliva, com seu conjunto tocava e alegrava a galera. A Junção desses dois grupos que na verdade era um só, foi simplesmente divino e maravilhoso... O tempo era de chuva, mais São Pedro é um morador do bairro e não deixou que ela caísse sobre nossa festa.
Amigos que vieram de longe, de outras terras, amigos que se abraçavam a todos o instante, cada um que chegava era como se nunca tivéssemos mudado daquele lugar, mais a saudade era muito forte...coisa muito estranha acontecia em meu coração naquele momento.

Foram relembradas várias músicas daquele tempo, onde a Jovem Guarda se fez presente e todos nós dançávamos ao som daquele Trio Oliva, Flash Back eram colocados a todo o instante, até que uma roda foi feita e a música da Caipira tocou e encantou a todos, foi formada uma roda de imensa felicidade, onde todos relembravam aquele momento Dona Celsa, e nos divertíamos abessa com aquela roda caipira.



Espero que mais um encontro nosso seja tão maneiro quanto foi esse, porque isso desaperta demais o coração saudoso de quem morou num bairro onde eu nasci, cresci criança e depois de velho retorno aos amigos que nunca tive vontade de me separar deles.
Que venha outro...
Aguardem!

2o. ENCONTRO

Eu disse que a gente voltava...
E numa noite onde o larguinho era a nossa sala de estar, começou que meio tosca, vazia. O Carlota que faz a sua Festa Junina todos os anos, montou um arraial pra que a festa fosse relembrada com muita alegria ...
Aos poucos o telefone do amigo Fernando, começava a ligar para os amigos que não definiam ainda a presença na festa e a coisa foi enchendo, muitos chegavam e viam que o nosso encontro era de verdade e batíamos papo, abraçados ao que ainda não havíamos visto no primeiro encontro a gente relembrava coisas da nossa infância e a noite foi muito boa...
E a coisa não vai parar por aqui, teremos que fazer o nosso 3o. Encontro pra juntarmos quantos amigos puderem ir e encher o nosso larguinho de ex-moradores, moradores e muitos que gostavam de estar com a gente na nossa tenra idade.
Aguardem...

1o. ENCONTRO

Depois de um almoço e muitas gargalhadas e abraços, nós resolvemos visitar o lugar onde nascemos e foi com muita emoção que revimos a nossa infância com muita alegria.
Aqueles prédios, aquelas ruas, nos levavam a um êxtase de muito prazer...
Rever os moradores que ainda moram no bairro foi indescritível ...
Voltaremos pra fazer um novo encontro...
Aguardem!

RENATO, LELEU E DUDU

BONDE DAS MENINAS

OLHA A QUADRILHA AÍ GENTE!!!

ELISABETH, GLAUBER, DARCY E ROMÁRIO

CLAUDINHA, FIU, MARILEIA, EDINHO, WALDIR, DUDU E MAX